FAQ (Perguntas Frequentes)

Tire suas dúvidas sobre seguros em nossa base de conhecimento.
Veja as questões abaixo ou consulte por palavra ou termo no campo a seguir.

Perguntas sobre seguros (dúvidas referentes a todos os tipos de seguro)

1As condições contratuais podem ser alteradas após a emissão da apólice?

Podem. Mas, como qualquer alteração contratual, dependerá de comum acordo entre as partes (segurado e seguradora). No caso de seguros coletivos, as alterações dependem da anuência expressa de 3/4 do grupo interessado.

2O que se entende por perda de direito?

Trata-se da ocorrência de um fato que provoca a perda do direito do segurado à indenização, ainda que, a princípio, o sinistro seja oriundo de um risco coberto, ficando, então, a seguradora isenta de qualquer obrigação decorrente do contrato.
Ocorre a perda de direito se:
- o sinistro ocorrer por culpa grave ou dolo do segurado ou beneficiário do seguro;
- a reclamação de indenização por sinistro for fraudulenta ou de má-fé;
- o segurado, corretor, beneficiários ou ainda seus representantes e prepostos fizerem declarações falsas ou, por qualquer meio, tentarem obter benefícios ilícitos do seguro;
- o segurado agravar intencionalmente o risco.
Além disso, se o segurado, seu representante, ou seu corretor de seguros fizer declarações inexatas ou omitir circunstâncias que possam influir na aceitação da proposta ou no valor do prêmio, ficará prejudicado o direito à indenização, além de estar o segurado obrigado ao pagamento do prêmio vencido.

3O que é prêmio do seguro?

É o valor que o segurado paga à seguradora pelo seguro para transferir a ela o risco previsto nas Condições Contratuais. Pagar o prêmio é uma das principais obrigações do segurado.

4O que acontece se houver atraso nos pagamentos dos prêmios?

O não pagamento do prêmio nas datas previstas poderá acarretar a suspensão ou até mesmo o cancelamento do seguro, prejudicando o direito à indenização, caso o sinistro ocorra após a data de suspensão ou cancelamento. As condições gerais, na cláusula “pagamento de prêmio”, deverão informar em que hipóteses ocorrerão a suspensão e/ou o cancelamento do contrato em razão da falta de pagamento de prêmio.

5A seguradora poderá recusar a proposta?

Sim. A sociedade seguradora tem o prazo de 15 dias para se pronunciar quanto à proposta de seguro, seja para seguros novos ou renovações, bem como para alterações que impliquem modificação do risco, apresentada pelo segurado ou seu corretor. Encerrado este prazo, não tendo havido a recusa da seguradora, o seguro passa a ser considerado aceito.
No caso de recusa, a seguradora deverá comunicar formalmente ao segurado a não aceitação do seguro, justificando a recusa.

6Porque fazer um seguro?

O seguro tem como finalidade específica restabelecer o equilíbrio econômico perturbado por um risco. Durante as 24 horas do dia estamos sujeitos a situações que podem provocar prejuízos de diversas ordens. Ao fazer um seguro estamos transferindo para a Seguradora a responsabilidade pelo pagamento de indenizações as quais não estaríamos preparados para pagar.
Fazer seguro é acreditar que mesmo quando não tenhamos nas mãos as rédeas das situações inesperadas, poderemos fazer frente aos problemas, por mais inesperados ou complicados que pareçam. Ninguém quer ver seu patrimônio sumindo ou diminuindo por motivos alheios à sua vontade.

Perguntas mais frequentes sobre Seguro de Automóvel

1O que é Sinistro?

É a ocorrência do risco coberto, durante o período de vigência do plano de seguro. (Resolução CNSP 117/04).

Caso não esteja coberto pelo contrato de seguro, é denominado evento danoso não coberto ou evento não coberto. No Seguro de Responsabilidade Civil, caracteriza-se pela atribuição, ao Segurado, da responsabilidade pela ocorrência de um evento danoso, causando danos a terceiros, atendidas as disposições do contrato. (Circular SUSEP 437/12).

No dicionário: desastre; grande prejuízo material.

Considera-se qualquer ocorrência que ofereça perigo à vida humana, ao material e/ou ao meio ambiente, tais como: incêndios ou explosões em embarcações ou instalações portuárias; acidentes com navios que transportem cargas perigosas ou poluentes; derramamento ou vazamento de óleo ou produtos químicos em larga escala; abalroamento ou colisões com risco de afundamento, derramamento de pro-dutos perigosos ou poluentes ou com avarias sérias nas instalações portuárias; condições meteorológicas adversas que ofereçam riscos para a segurança da amarração e do fun-deio de navios ou a navegação; e ocorrência em terra que coloquem em risco instalações portuárias ou embarcações.

2Não existe cobertura para catástrofes naturais?

Há tipos diferentes de coberturas para automóveis. Mas, a cobertura mais completa, inclui, além da colisão, incêndio, roubo ou furto; dano causado por alagamento, enchente, inundação, ressaca do mar, vendaval, granizo, terremoto e raios.

3Há cobertura para os bens no interior do veículo?

Não há cobertura de seguro para computadores, câmeras fotográficas, celulares e outros bens que estejam dentro do carro. Por isso, é importante não deixar nenhum objeto à mostra no momento em que deixar seu carro estacionado ou quando estiver circulando pela cidade.

4O que caracteriza a indenização integral em caso de ocorrência de sinistro?

A indenização integral é caracterizada quando os prejuízos resultantes de um mesmo sinistro atingirem ou ultrapassarem 75% (ou percentual inferior quando previsto na apólice) do valor contratado pelo segurado. Em caso de roubo ou furto do veículo sem que o mesmo seja recuperado, há também a indenização integral.

5O que é franquia?

É o valor, expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.

6O que é bônus?

Desconto obtido pelo segurado na renovação do seguro, desde que não tenha havido nenhuma ocorrência de sinistro durante o período de vigência da apólice anterior, qualquer transferência de direitos ou obrigações ou qualquer interrupção no contrato de seguro.(Circular SUSEP 306/05).

7Porque os seguros de carros mais antigos custam mais alto, se estes valem menos?

Quanto mais antigo o carro, maior é a dificuldade de conseguir as peças para reparos no caso de uma perda parcial. O alto custo das peças acaba alimentando a indústria do crime, já que o roubo de veículos, sobretudo os usados, para desmonte cresce. E é exatamente este ciclo, que explica o porquê do aumento do custo dos seguros de carros mais antigos. Não bastasse o elevado custo de reparação, que decorre do alto custo das peças novas, o aumento dos furtos para desmonte acaba implicando em maior risco para a seguradora. Portanto, a taxa para cálculo da cobertura Casco destes veículos é mais alta.
"A legislação não permite o uso de peças recuperadas, porém certificadas, como defende a Fenseg, que possui uma proposta para criar um produto opcional mais barato, de modo de atrair a classe C"

Perguntas mais frequentes sobre Seguro de Pessoas

1Por que devo fazer um seguro de vida?

Para garantir a manutenção do padrão de vida da Família, proteção e segurança financeira da mesma, caso você venha a falecer prematuramente, ou no caso de uma invalidez acidental ou por doença.

Você já parou para pensar se viesse a falecer prematuramente? Como a sua família iria se manter? Qual o padrão de vida que eles teriam? Como garantiria a educação dos filhos, formação, etc.?

Gastos com inventário, funeral, taxas, impostos, etc.

Você pode dizer que não precisa de Seguro de Vida, porém, será que sua Família pode dizer o mesmo?

O Seguro de Vida garante que a Família tenha meios para a manutenção do padrão de Vida, Educação, saúde, segurança e conforto!

Trata-se de "dinheiro certo em hora incerta"!

Com uma pequena contribuição mensal ou pagamento anual você está garantido com uma verba escolhida.

Além de Morte Acidental, este seguro também cobre Morte Natural, Invalidez por Acidente, invalidez Funcional por Doença e Assistência Funeral.

2Não havendo nomeação de beneficiário na apólice de seguro, qual o procedimento a ser seguido à época do pagamento da indenização?

Na falta de indicação da pessoa ou beneficiário, ou se por qualquer motivo não prevalecer a que for feita, a metade do capital segurado será paga ao cÔnjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária. Na falta desses, serão beneficiários os que provarem que a morte do segurado os privou dos meios necessários à subsistência.

3A concessão de aposentadoria por invalidez, por instituições oficiais de previdência, significa que tenho direito à indenização por invalidez no seguro de pessoas?

Não. A aposentadoria por invalidez concedida por instituições oficiais de previdência, ou assemelhadas, não caracteriza por si só o estado de invalidez nos seguros de pessoas, que deve ser comprovado através de declaração médica.

4Os menores de 14 anos podem fazer seguro de vida?

Para os menores de 14 anos é permitido, exclusivamente, o oferecimento e a contratação de coberturas por sobrevivência ou coberturas de riscos relacionadas ao reembolso de despesas como, por exemplo, as despesas com funeral ou despesas médicas, hospitalares e odontológicas decorrentes de acidente pessoal.

5O segurado pode contratar simultaneamente mais de um seguro de pessoas?

Sim. Não há limite para o valor da indenização, podendo o segurado contratar quantos seguros quiser. Cada seguradora efetivará a indenização de acordo com o valor do capital segurado constante de cada contrato.
Entretanto, é facultado à sociedade seguradora solicitar, quando da assinatura da proposta ou da solicitação de aumento do valor do capital segurado, para efeito de subscrição, informação ao proponente ou ao segurado quanto à contratação de outros seguros de pessoas com coberturas concomitantes.

Perguntas mais frequentes sobre Seguro Residencial

1Quais as coberturas do seguro residencial?

A cobertura principal cobre danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico (quando não gerado nos locais segurados) e suas conseqüências, tais como desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de salvados, despesas com combate ao fogo, salvamento e desentulho do local.
Entretanto, pode haver outras coberturas, como, por exemplo, as que indenizam danos decorrentes de incêndios provocados por explosão de aparelhos ou substâncias de qualquer natureza (não incluída na cobertura principal), ou decorrentes de outras causas como terremoto, queimadas em zona rural, vendaval, impacto de veículos, queda de aeronave, danos elétricos, roubo de bens, dentre outras.

2 O que são riscos cobertos e riscos excluídos?

Riscos cobertos são aqueles previstos e descritos em cada uma das coberturas, que terão eventuais prejuízos resultantes de sua ocorrência cobertos pelo seguro.
Já os riscos excluídos são aqueles cujos prejuízos decorrentes não serão indenizados pelo seguro, salvo se contratada cobertura específica. Como exemplo, temos:
• Erupção vulcânica, inundação ou outra convulsão da natureza;
• Guerra interna ou externa, comoção civil, rebelião, insurreição, etc.;
• Lucros cessantes e danos emergentes;
• Queimadas em zonas rurais;
• Roubo ou furto.

3O que são bens não compreendidos no seguro?

São aqueles bens, especificados na apólice, para os quais a seguradora não indenizará os prejuízos, ainda que oriundos de riscos cobertos. Em geral são os seguintes:
- Pedras, metais preciosos, obras e objetos de arte em geral, bens de grande valor que facilmente são destruídos ou danificados pelo incêndio, jóias, raridades, etc.;
- Manuscritos, plantas, projetos, papel-moeda, selos, cheques, papéis de crédito, moedas cunhadas, livros de contabilidade, etc.;
- Bens de terceiros, exceto quando tais bens encontrarem-se sob a responsabilidade do segurado para reparos ou manutenção e desde que existam registros (documentos) comprovando, através de notas fiscais ou ordem de serviço, a sua entrada e existência no local segurado.

4O que é franquia?

É o valor ou percentual, expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.